As listas não servem só para não nos esquecermos do que comprar no supermercado. Elas são um poderoso aliado na organização e arrumação.
Um exemplo? Fazer uma lista do que se tem que levar numa viagem. Isto ajuda a minimizar o esquecimento, quase sempre garantido, de algum item crucial!
E na arrumação? Se fizermos uma lista daquilo que temos podemos ter melhor a percepção do volume de item e do número de repetições. Vejamos, tenho 3 embalagens de produtos para lavar o chão. Preciso mesmo de tantos? E de 4 para limpar vidros? Tudo o que tenho fora do essencial está a roubar espaço a coisas potencialmente importantes. Eu descobri que reduzindo o número de produtos de limpeza, apostando em soluções feitas em casa e multiusos, não só poupava dinheiro como ainda ganhava espaço para arrumar o aspirador, juntamente com todos os seus utensílios, na despensa.
Ao fazer uma lista temos a percepção do volume de coisas que possuímos sem necessariamente desarrumar tudo. Isto poupa-nos tempo, entre o arrumar e o desarrumar, mas também na elaboração da lista de compras! Se verifico que tenho stock de um determinado item posso eliminá-la da minha lista de supermercado, por exemplo, nesse mês.
Na organização de tarefas as listas são extremamente úteis para não nos perdermos nem dispersarmos. Não se trata de planear a vida ao minuto, mas sim, de distribuir afazeres. Numa família pode ser vantajoso ter um quadro com a lista de tarefas que compete a cada membro, por exemplo, juntamente com o dia.
Uma lista não é um colete de forças! É antes uma rede de segurança que se molda às nossas necessidades.
